sábado, 22 de outubro de 2011 11 << Comentário >>

Tudo se conecta no II Prêmio Alagoano de Blogs .

Acho sempre mais complicado fazer essas postagens mais diretas, pois nos meus textos sempre me escondo nas entrelinhas que, ao mesmo tempo, expõem tudo de mim.

Porém hoje, o blog pede um discurso mais direcionado aos meus amigos/leitores, e aí vai:

Como muitos já sabem, participei do II Prêmio Alagoano de Blogs na categoria Literatura, e acredito que muitos dos que estão lendo foram agentes ativos nessa minha conquista. 

Estar entre os 5 primeiros colocados (pelo voto popular) em uma categoria que carrega um valor tão imenso, tinha simplesmente um sabor absolutamente agradável. A literatura é mágica e encantadora, e representa-la exige de mim responsabilidade que pretendo fazer por merecer (ainda estou engatinhando muito inseguramente).

Mas nosso blog chegou lá.

E é como se os seus clicks (os de vocês leitores/amigos) fossem empurrando o “Éramos Apenas Pedras...” até essa final. 

Ser vencedor entre esses finalistas era algo que, juro, eu não acreditava. Um júri técnico afiadíssimo, com pessoas conhecidas da comunicação, professores e muitos outros.

Porém, muitos de vocês me passavam bons fluidos. Se por educação ou cordialidade, eu não sei, mas tiveram sempre uma postura muito positiva em relação a tudo. E acreditem isso faz muita diferença!

Queria demais agradecer a todos, um a um, mas morro de medo de esquecer alguém.

Por isso, agradeço cada elogio, cada indicação, cada crítica. Isso faz muita diferença, de fato!

Agradeço aos meus amigos e amores: meus pais, irmãos/amigos e parceiros!

Aos amigos blogueiros e aos organizadores da festa que dividiram e me proporcionaram momentos ímpares desde o ano passado, agradeço. E agradeço demais.


O troféu é nosso e a alegria também!


quarta-feira, 5 de outubro de 2011 6 << Comentário >>

Dos detalhes e das fantasias que ele veste.


Não precisamos de grandes coisas para gostar alguém. Faz pouco tempo que descobri que o verdadeiro amor se apresenta nas sensações que os nossos amados nos causam. Falo no plural por não falar apenas no amor de namorados. Falo de todas as formas dele. O amor que surge de um gesto, de um elogio, de uma palavra de apoio, de uma lembrança... Não canso de falar do amor porque ele se apresenta a cada dia com uma de suas fantasias. O legal é que, pra mim, os disfarces dele nunca funcionam. Não odeio pra depois amar. Amo muito para, com o tempo, amar ainda mais. Não acho falso dizer que amo quem pouco vi. Como já disse, o amor tem suas manhas e surge do inesperado. Não me arrependo dos amores que tive, nem dos 'eu te amo' que joguei ao vento. Só as coisas ruins não devem ser pronunciadas.

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